Círculo diretor

Rosanne Sabbag - Diretoria

Glória Lotfi - Diretoria clínica

Gestão 2018

Como centro de estudos, O NJF forma uma comunidade, com um objetivo definido e regida por leis naturais, implícitas numa hierarquia determinada por valores internos, individuais, que dão origem a lideranças emergenciais. Daí sua configuração de organograma circular, que busca escapar da forma piramidal, para expressar sua natureza dinâmica, onde os elementos de liderança se intercambiam de acordo com as mudanças exigidas pelos diferentes movimentos funcionais. Sua característica é a predominância da condição de solidariedade, na qual trabalhar é servir, servir é beneficiar e beneficiar é exercer, realizar e estimular potenciais naturais.

Seguindo o modelo proposto pelo psiquiatra e psicanalista italiano, Giovanni Gangemi, o NJF busca evitar os modelos das instituições engendradas pelo poder e para o poder, afirmando a necessidade do respeito às hierarquias naturais e suas prioridades. Mantendo esta consciência ativa sobre as leis inventadas, artificiais e até arbitrárias, que anulam e castram o mais precioso elemento existente em nossa forma natural. O NJF busca uma organização mínima para a manutenção das condições ambienciais que visa o exercício sustentável do estudo e da pesquisa. 

Ainda concordando com Gangemi, que sugere a substituição do famoso "Divide et Imperat" por "Integre e Lidere", o NJF busca fazer ciência para além das competições, do que é mais importante, e do que vai sobreviver. Pois, segundo este autor, "sobrevivência é possível nas piores circunstâncias". Quando se trata não de sobreviver, mas de VIVER, isto implica em integrar. Integração e integridade só se tornam possíveis através da complementariedade, da conjugação dos opostos.

O NJF tem, assim, uma só categoria de membros: estudantes.

Uma qualidade requerida: integridade.

Dinâmica operante: compartilhamento.

Finalidade: estudo, pesquisa, ensino e divulgação dos conhecimentos científicos relativos aos fundamentos da psicologia profunda.

Instrumento para conseguir esta finalidade: informar (que substitui a onipotente pretensão de “formar”, pois o indivíduo se “forma” na família e se “informa” no social).

Ainda que divergências existam entre teóricos e suas teorias, a psicologia não pode seguir alimentando uma competição discriminatória entre raiz e fruto. O desconhecimento e a negação das raízes junguianas tem tornado cada vez mais fracos os ramos da árvore da ciência psicológica. Recuperar essa força orgânica e vigor científico é nossa meta maior.

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